Depois da Rio 2016, Brasil volta no pódio mundial da natação

Depois da Rio 2016, Brasil volta no pódio mundial da natação

Depois da Rio 2016, Brasil volta no pódio mundial da natação

Após o verdadeiro balde de água fria que foram as Olimpíadas Rio 2016, onde a delegação brasileira de natação não obteve nenhuma medalha, o Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos em Budapeste, na Hungria, voltou a ter a bandeira nacional novamente nos pódios.

Mesmo enfrentando a maior crise política e financeira da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), a seleção ficou em 10º lugar no quadro geral do Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos Hungria 2017: com 8 medalhas, 2 de ouro, 4 de prata e 2 de bronze, com destaque especial para a equipe feminina, que mesmo em menor número deu show e trouxe as principais medalhas.

O resultado foi melhor que o mundial passado, em Kazan-2015, onde o Brasil havia conquistado 7 medalhas.

A delegação brasileira conquistou cinco medalhas na piscina, um ouro e quatro pratas.

Porém, estas medalhas foram conquistadas em provas não olímpicas como os 50m costas (Etiene Medeiros foi ouro), 50m peito (prata para João Gomes) e 50m borboleta (Nicholas Santos foi prata).

A única medalha em uma prova dentro do programa dos jogos olímpicos foi a prata no revezamento 4X100 livre, conquistada por Gabriel Santos, Marcelo Chierighini, Bruno Fratus e Cesar Cielo.

A delegação feminina trouxe as duas medalhas de ouro que o país conquistou na competição, porém o baixo número de atletas gera preocupação. O que só reforça a importância do ouro de Etiene Medeiros, a 1ª brasileira na história a ganhar um título mundial em piscina longa (isto é, de 50 metros).

O outro ouro do Brasil veio com Ana Marcela nos 25km em águas abertas (também fora do programa dos jogos olímpicos). Ela também conquistou bronze nos 5km e 10km. Vale destacar que a prova dos 25km é uma das mais longas do Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos chegando a durar até cinco horas de competição.

Com este resultado o Brasil soma um total de 31 medalhas em todas participações em edições de Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos.

Porém não houve surpresa no topo do quadro geral de medalhas: em 1ª lugar, os EUA com 46 medalhas, sendo 21 de ouro, 12 de prata e 13 de bronze. Seguido por China, com um total de 30 medalhas, 12 de ouro, 12 de prata e 6 de bronze e em 3º lugar veio a Rússia com 25 medalhas, sendo 11 de ouro, 6 de prata e 8 de bronze.

O Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos é disputado desde 1973 (Belgrado/Iugoslávia, hoje Sérvia). A edição deste ano foi a décima sétima, com a participação de 180 países, que competiram nas seguintes modalidades: natação, saltos ornamentais, polo aquático, águas abertas e nado sincronizado.

O Brasil está em 12º lugar no quadro geral de medalhas, contabilizadas todas as participações em edições do Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos.

Uma modalidade foi destaque no Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos e tenta entrar no programa dos Jogos Olímpicos: nado sincronizado misto. Modalidade esta praticada por gêneros diferentes juntos (masculino e feminino. A dupla brasileira, formada por Renan Alcântara e Giovana Stephan (que são namorados) ficou em 7º lugar (prova dueto misto livre), entrando para história e arrancando aplausos da plateia que lotou a arena. O pódio ficou: 1º lugar Rússia – 2º lugar Itália – 3º EUA.

O próximo Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos já está marcado, será em 2019, em Gwangju, Coréia do Sul.

Saiba mais sobre o Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos e suas modalidades no site da federação Internacional de Natação (FINA).

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2017-10-31T12:39:32+00:00

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